NA TERRA DO CORAÇÃO

Cultivemos os frutos do Evangelho em nós mesmos, para que não nos faltem garantias à sementeira de paz e renovação.
Lembremo-nos de que o solo do coração, de algum modo, é semelhante à terra comum.
Para que o lavrador possa controlar a própria tarefa, efetua, primeiramente, as contas imprescindíveis, marcando as leiras que lhe receberão os cuidado de cada dia.
Também nós não podemos viver sem o balanço das possibilidades que nos são próprias.
Logo após, o homem do campo defende o trato de chão em que se movimentará, preservando o próprio trabalho contra a incursão de agentes daninhos.

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